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Simplesmente, AMO Sustentabilidade (e isso não é novidade para ninguém), AMO novas tendências, e principalmente quando unidas as duas paixões. A CASA COR é isso, um evento que lança tendências de arquitetura, decoração e paisagismo. Em sua 24ª edição, o fantástico evento começou ontem, terça-feira, dia 25, e claaaaro, se estou aqui falando sobre o assunto, sinal que tem tuuuudo a ver comigo, concorda?
Neste ano, o evento apresenta 120 ambientes, e o tema escolhido de 2010 foi nada mais, nada menos que: “Sua casa, sua vida, mais sustentável e feliz”, e estará aberta ao público até o dia 13 de julho.

“A sustentabilidade é fundamental hoje, por isso o primeiro lugar que devemos implantá-la é dentro de casa. Nosso objetivo foi que arquitetos e decoradores encontrassem soluções sustentáveis em seus projetos”, diz Ângelo Derenze, presidente da Casa Cor.

Com a expectativa de atrair 160 mil pessoas durante os 44 dias, a maioria dos ambientes da Casa Cor usaram materiais recicláveis com diretrizes socioambientais. O espaço da arquiteta Fernanda Marques, por exemplo, foi todo revestido com madeira reciclada.


Já a arquiteta Débora Aguiar apostou na iluminação de catodo frio e tecidos feitos com fibra de garrafa pet. “O espaço foi projetado em torno de uma árvore, o que exigiu diversas soluções arquitetônicas, como recortar o piso para acompanhar a raiz”, diz Débora.

Espaços multifuncionais foram as propostas de grandes nomes da arquitetura como, por exemplo, a flexibilidade dos móveis encontrada no espaço elaborado por Ricado Caminada e Ana Maria Bagar.

Após o evento, os ambientes são jogados no lixo. “Este ano doaremos ao projeto do Capão Redondo os resíduos dos espaços, um pedido do Marcelo Rosembaum”, disse Derenze.

Serviço

Onde: No Jockey Club de São Paulo (Av. Lineu de Paula Machado, 1075, Cidade Jardim)
Quando: De terças a sábados e feriados, das 12h às 21h30. Aos domingos, das 12h às 20h.
Quanto: terça a sexta, R$ 35,00. Sábados, domingos e feriados, R$ 40,00.

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Navegando na internet, encontrei uma excelente matéria, escrita para a Folha, sobre o quanto custa investir em um estilo de vida sustentável.
IARA BIDERMAN soube desmistificar o assunto, e coloca tudo e mais um pouco em um texto ótimo.
Saiba tim-tim por tim-tim o quanto essa “filosofia” de vida vai pesar em seu orçamento!

Veja a seguir, uma planta da casa PERFEITA!


ÓBVIO que eu AMEI! hahaha

Acesse o site da Folha Online, e confira a matéria completinha!

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Até a empresa se rendeu aos “encantos” da Sustentabilidade!
Já está no ar sua nova campanha, que destaca os atributos ecológicos da lã de aço 1001 utilidades mais popular do Brasil, o Bom Bril Eco. O filme contesta o uso das esponjas sintéticas, afirmando que elas são vilãs do meio ambiente.
A ação comunica ainda que Bombril Eco não agride a natureza, já que, depois de usado, enferruja, vira pó e desaparece na natureza.

A embalagem do produto ganhou novo visual, a palavra "Eco" aparece estampada para comunicar que o produto é ecologicamente correto.

A agência WMcCann foi a responsável pela criação de três filmes: "Biodesagradável", "Placar" e "Cacique" que estão sendo exibidos nas principais emissoras do país e também durante a programação de canais.
Os filmes têm duração de 30 segundos cada, e todos são protagonizados pelo ator, o famoso garoto Bombril, Carlos Moreno.

Veja abaixo, o comercial “Biodesagradável”



Aaah se eu fosse dona de casa! hahahaha

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Essa vai para os amantes do futebol, principalmente.

Foi inaugurado em 1872, na cidade de Dublin, na Irlanda, o estádio Lansdowne Road. O estádio foi fechado em 2006 e demolido no ano seguinte, para dar continuidade a outro projeto.

O local foi inaugurado na última sexta-feira, 14 de maio, e receberá o primeiro jogo de rúgbi no dia 31 de julho, e manterá um calendário com eventos esportivos e culturais.

Mas o que realmente chamará a atenção do público são as ações sustentáveis que norteiam o novo estádio, uhuuuu!
A começar pela estrutura transparente, que não apenas aumenta a imponência da construção como também permite a entrada de luz natural nas arquibancadas e salas internas.

Essa mesma telha coleta a água da chuva e a encaminha para um sistema onde é armazenada e reutilizada para irrigar o campo. Para reduzir seus impactos ambientais, os construtores reaproveitaram materiais da antiga contrução, como os vergalhões de aço.

O uso de concreto de baixa emissão de CO2, de escadas rolantes que funcionam apenas quando uma pessoa pisa sobre elas e a instalação de ninhos artificiais para pássaros e outros animais silvestres no rio ao lado do estádio também foram aplicadas pelo projeto.

Já a água utilizada nos banheiros e na cozinha é aquecida com o calor produzido pela refrigeração dos geradores do estádio. Urinóis mais eficientes geram uma economia de até 20 mil litros de água em um único evento e painéis acústicos espalhados pelo local garantem que o som do estádio não ultrapasse 53 decibéis a um metro de distância da fachada (o que equivale ao ruído emitido por uma impressora a laser de escritório).

EXCELENTE ATITUTE PESSOAL!

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Neste vídeo é retratado as mudanças climáticas que podem ser irreversíveis se não ajudarmos o nosso planeta!

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Cada vez mais preocupados com o meio ambiente e os danos ao planeta Terra, alguns ambientalistas propõem uma atitude um tanto quanto inusitada: que tal abandonar a descarga quando sua ida ao banheiro se resumir a xixi?

Sim, muito ousada, a medida já ganhou vários adeptos, entre eles, até algumas celebridades. A atriz americana Cameron Diaz, em entrevista, revelou sua nova filosofia (e que filosofia, Cameron!) quando o assunto é descarga: “Se for amarelo, pode ficar; se for marrom, mande embora. Eu acredito nisso 100%”, afirmou a pop star. A filosofia não é novidade. Oriundo de hippies logo nos primórdios do movimento ambientalista. A frase que Cameron se utiliza atualmente, se tornou famosa quando o ex-prefeito de Nova York, Ed Koch, apelou à população da cidade para que adotasse a prática durante uma séria crise de falta d’água.

Segundo o cientista Allen Hershkowitz, do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais dos Estados Unidos, a prática de não dar descarga quando se trata apenas de urina deve ser levada a sério, já que os níveis de água nos rios e lagos que abastecem os grandes centros urbanos estão despencando.

A cada descarga dada, gastamos de quatro a 11 litros de água, dependendo da eficiência do dispositivo. Estima-se que os gastos com água nos banheiros sejam responsáveis por 30% do consumo total do recurso em uma residência. Caramba! Meu pai não pode ler esse post, não! Hahahaha

Já quando o assunto é solo brasileiro, a ONG SOS Mata Atlântica também causou polêmica ao lançar uma campanha cujo “conceito” é xixi no banho. É isso mesmo que você leu. A entidade propõe que as pessoas façam xixi no box, logo antes de começarem a se lavar, para economizar o equivalente a uma descarga por dia. O objetivo é convencer que a urina, composta 95% por água, não é nojenta, desde que lavada com rapidez.

Ao acessar o site da campanha, o internauta é questionado: Você faz xixi no banho? Segundo a ONG, 75% das pessoas já fazem, mesmo que não admitam. E você? Vai entrar nessa mania?

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Garanto que assim como eu, você adora ver vídeos relacionados ao tema Sustentável.
Eu simplesmente adoro. Faz com que a gente pare, e reflita sobre o assunto. Faz bem para todo mundo! Veja esta indicação!

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